Pegamos um hotelzinho tranquilo bem no centro de San Diego. Apesar de estar bem localizado não conseguimos se quer fazer um city tour. Fomos direto pro zoológico, pois o dia também seria de horas e horas de estrada rumo norte.
O zoológico surpreendeu pelo tamanho e pela diversidade dos animais que estão expostos lá, mas como a expectativa era grande e o zoológico não passa de um zoológico, ficamos um pouco frustrados. Achamos que iríamos interagir um pouco mais... não sei como, mas achamos que iríamos. O fato também de estar um calor infernal lá fez com que todos os animais, exceto os humanos, procurassem uma sombra pra se refrescar. Além disso, muitos animais de hábitos noturnos estavam no auge do seu sono.

O zoológico surpreendeu pelo tamanho e pela diversidade dos animais que estão expostos lá, mas como a expectativa era grande e o zoológico não passa de um zoológico, ficamos um pouco frustrados. Achamos que iríamos interagir um pouco mais... não sei como, mas achamos que iríamos. O fato também de estar um calor infernal lá fez com que todos os animais, exceto os humanos, procurassem uma sombra pra se refrescar. Além disso, muitos animais de hábitos noturnos estavam no auge do seu sono.
Alguns pontos interessantes – os suricatos: um bando de ratinhos metidos a macacos. Vivem em bando e quando estivemos lá, eles escolheram um suricato-expiatório e baixaram a porrada nele.

Na jaula do elefante – tinha um macho dominante por lá que tava no osso. Os funcionários (acho que estavam um pouco entediados com a falta de ação) colocaram uma fêmea perto. Sei que esses bichos não têm expressão facial, mas te juro que eu vi uma cara de desespero na pobre fêmea quando as delicadas patas de elefante do macho dominante atingiram a corcunda da bicha. Ouvimos um som esquisito (uma dúvida: o cachorro late, o gato mia, a vaca muge. O elefante faz o quê?) e a correria começou. A tromba do macho tava nas alturas (não me perguntem qual). Os putos (só dizendo assim) dos funcionários só separaram os animais quando já tinha uma grande aglomeração de pessoas. Mó sacanagem!!!!

A pobre elefante recebendo algumas passas após ser quase estuprada pelo macho dominante.

Os leões de San Diego peidam mal. A placa pede pra gente se afastar um pouco.
Seguindo a nossa caminhada, passamos pela área dos macacos e senti falta do nosso querido quase eleito prefeito Macaco-Tião. Não rolou nenhuma macacada... muita frustração!!! Nenhum arremesso de cocô, roubo de comida, porrada ou nem mesmo uma catadinha de piolho... nada. A sensação foi que ou tavam dando algum calmante na ração ou eles foram educados na Socila. Cheguei a fazer caretas, fiquei pulando, bati palmas e nada. Acabamos indo embora porque se continuasse lá, acabaria junto com eles na jaula.
Na jaula do elefante – tinha um macho dominante por lá que tava no osso. Os funcionários (acho que estavam um pouco entediados com a falta de ação) colocaram uma fêmea perto. Sei que esses bichos não têm expressão facial, mas te juro que eu vi uma cara de desespero na pobre fêmea quando as delicadas patas de elefante do macho dominante atingiram a corcunda da bicha. Ouvimos um som esquisito (uma dúvida: o cachorro late, o gato mia, a vaca muge. O elefante faz o quê?) e a correria começou. A tromba do macho tava nas alturas (não me perguntem qual). Os putos (só dizendo assim) dos funcionários só separaram os animais quando já tinha uma grande aglomeração de pessoas. Mó sacanagem!!!!
A pobre elefante recebendo algumas passas após ser quase estuprada pelo macho dominante.
Os leões de San Diego peidam mal. A placa pede pra gente se afastar um pouco.
Seguindo a nossa caminhada, passamos pela área dos macacos e senti falta do nosso querido quase eleito prefeito Macaco-Tião. Não rolou nenhuma macacada... muita frustração!!! Nenhum arremesso de cocô, roubo de comida, porrada ou nem mesmo uma catadinha de piolho... nada. A sensação foi que ou tavam dando algum calmante na ração ou eles foram educados na Socila. Cheguei a fazer caretas, fiquei pulando, bati palmas e nada. Acabamos indo embora porque se continuasse lá, acabaria junto com eles na jaula.
Acho que esse aí tá meio deprimido.
Na área dos ursos polares rolou uma inveja. Eles têm um espaço enorme, uma piscina climatizada a uns 15º C e a comida meio que cai do céu. Eu tava com fome, com sede e com um baita calor...quis muito trocar de lugar com eles.
O melão literalmente cai do céu lá. E esse melão é bonzão e custa caro pra cacete no hortifruti.
A grande sensação do zoológico são dois ursos pandas. Fomos lá checar, mas esses bichos dormem muito. Só a Aninha mesmo, com sua super biônica lente conseguiu captar alguma coisa.
Chapadowski
Clicado pela lente da bióloga bem na hora que ele resolveu abrir o olho
Saímos de lá por volta das 14 horas e pegamos a estrada. Tínhamos muito chão pra percorrer. Dirigimos umas 9 horas, até chegarmos em Gilroy, a capital americana do alho. Essa cidade, que fica a duas horas de SF, não tem essa fama à toa. Tudo lá cheira a alho.
Pegamos um hotel bom e ganhamos um belo upgrade no quarto porque o recepcionista do hotel, um indiano, viu a Aninha e achou que ela fosse compatriota. Ainda mais com esse sobrenome de artista de Bolywood, o cara ficou encantado. Foi uma bela noite de sono, até porque estávamos pregados.
Xande, você encontrou o babuíno no gelo?rsrsrsrsrsrs
ResponderExcluirBeijos aninha!
Abraços e boa viagem!
Marden
Po, quando o pessoal do zoo viu que o xande tava visitando, eles viraram a placa pro lado de dentro p Leao nao chegar muito perto!!!!
ResponderExcluiryantilope
O leão estava mostrando aos visitantes porque é o considerado o rei da selva!
ResponderExcluirmetanos
Flato Goldbach