Quando acabou o show, muita gente saiu pra dar uma aliviada na bexiga ou pra dar uma calibrada para a atração principal. O fato é que aproveitamos a debandada para chegarmos mais perto do palco. Nunca fiquei tão próximo para um show dessa magnitude. Quando o Pearl Jam tocou no Rio, lembro que eu e a Aninha ficamos bem longe e, mesmo assim, já tava super apertado. Conta também o fato de que as pessoas aqui em SF parecem mais calmas e educadas.
Alguns pontos interessantes do show: “Do the evolution” (gravada abaixo)
“Elderly Woman” – sensacional!!!!!
O solo com a guitarra nas costas, a la Jimi Hendrix, em Even Flow (o mané aqui só pegou o finalzinho dessa performance). Vejam!!!
Em “Black”, o Lucas começou sozinho, seguido por mim, é claro, a puxada do coro (tchu ru ru, tchu, tchu ru ru) desde a metade da música até o final...
E no biz, como eles sempre fazem nessas turnês, eles tocam um algum hino do rock. No rio eles foram com Baba O’ Riley do The Who. Hoje eles mandaram Rockin’ in the free world do Neil Young. Foi sensacional!!!! Infelizmente a pouca capacidade de memória da minha máquina foi insuficiente para tanta informação... essa saideira valia muito o registro.
O show acabou pontualmente as 21:50. Saímos de alma lavada!
Outra coisa que nos impressionou foi o sistema de dispersão – o festival tinha várias saídas e caminhamos tranquilamente sem nenhuma confusão ou empurra-empurra.
Foi mais um show épico pro currículo.
O único problema foi achar um taxi depois. Caminhamos bem cansados por mais de uma hora. Paramos pra jantar e depois mais uma grande caminhada novamente, até uma taxista caridosa passar num taxi Ford Fusion Hibrid (com painel digital sinistraço) pra catar a gente.
Mais um dia absurdamente maneiro!!!!
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