sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Post especial - Pearl Jam - sexta, 28/08 - Outside Lands

Não tinha lugar mais apropriado para esse festival do que o Golden Gate Park. O palco principal fica num enorme campo de pólo, cercado de verde. Os palcos anexos tinham um espaço menor, mas não menos maneiros, amplos e com bons gramados para estender cangas ou circular pelas diversas tendas armadas, fossem de bebida, comida ou entretenimento, como a da Intel ou a do XBox, que estava promovendo o jogo novo Rockband dos Beatles.


Chegamos lá por volta das 18hs e tava rolando o show do Incubus. Foi um bom aquecimento e já conseguimos um lugar bom no gramado. O som tava muito bom e incrível como a acústica tava excelente para um show ao ar livre como esse.









Quando acabou o show, muita gente saiu pra dar uma aliviada na bexiga ou pra dar uma calibrada para a atração principal. O fato é que aproveitamos a debandada para chegarmos mais perto do palco. Nunca fiquei tão próximo para um show dessa magnitude. Quando o Pearl Jam tocou no Rio, lembro que eu e a Aninha ficamos bem longe e, mesmo assim, já tava super apertado. Conta também o fato de que as pessoas aqui em SF parecem mais calmas e educadas.




Eles entraram pontualmente às 19:50 e já foram com o pé no peito tocando "Why go", tudo devidamente registrado! =o)



Depois de 3 músicas, Eddie Vedder fez aquela tradicional interação com o público. Era o último show de uma turnê exaustiva, segundo ele, e dava pra ver na voz totalmente rouca quando ele falava. Mas a gente só percebia quando ele falava, porque nas músicas ele dava um jeito (acho que o vinho que ele sempre toma é milagroso!) e soltava o gogó.




Alguns pontos interessantes do show: “Do the evolution” (gravada abaixo)





“Elderly Woman” – sensacional!!!!!



O solo com a guitarra nas costas, a la Jimi Hendrix, em Even Flow (o mané aqui só pegou o finalzinho dessa performance). Vejam!!!




Em “Black”, o Lucas começou sozinho, seguido por mim, é claro, a puxada do coro (tchu ru ru, tchu, tchu ru ru) desde a metade da música até o final...

E no biz, como eles sempre fazem nessas turnês, eles tocam um algum hino do rock. No rio eles foram com Baba O’ Riley do The Who. Hoje eles mandaram Rockin’ in the free world do Neil Young. Foi sensacional!!!! Infelizmente a pouca capacidade de memória da minha máquina foi insuficiente para tanta informação... essa saideira valia muito o registro.


O show acabou pontualmente as 21:50. Saímos de alma lavada!
Outra coisa que nos impressionou foi o sistema de dispersão – o festival tinha várias saídas e caminhamos tranquilamente sem nenhuma confusão ou empurra-empurra.

Foi mais um show épico pro currículo.

O único problema foi achar um taxi depois. Caminhamos bem cansados por mais de uma hora. Paramos pra jantar e depois mais uma grande caminhada novamente, até uma taxista caridosa passar num taxi Ford Fusion Hibrid (com painel digital sinistraço) pra catar a gente.

Mais um dia absurdamente maneiro!!!!

sexta-feira em san francisco

Acodamos cansadaços da pedalada de ontem, mas fomos pra rua passear!

Fomos ao o centro da cidade para fazer um tour até a Coit Tower (sem trocadilhos, por favor) - é uma torre que fica em cima de uma colina (Telegraph Hill). O caminho que a gente escolheu tinha uma escadaria sinistra, tipo, 15 minutos de subida sem parar, mas com uma paisagem linda. a escada era toda no meio do mato, com umas casas bem estilo daqui.



Lá de cima da torre, é só visual bacana. Dava pra ver a cidade toda, com todas as ladeiras e pontes. A vista de Alcatraz também era bem legal.




De lá, descemos uma ladeirona, subimos outra (Assis Brasil e General Barbosa Lima é pinto perto de SF!) e chegamos na famosa Lombard Street, a rua mais tortuosa do mundo! Essa rua é linda e a história é a seguinte: antigamente a rua era uma ladeira como outra qualquer. Porém, com o surgimento dos carros, essa rua ficou perigosa para os mesmos, pois tinha uma inclinação de aproximadamente 23º, quando o mais frequente eram 16º. Então, essas curvas (são 8!) foram criadas para atenuar a pirambeira. O lugar virou uma das principais atrações turísticas de SF.



Após tirarmos muitas fotos e subirmos a rua - pela escada - pegamos uma carona, no bonde mais tradicional da cidade, que faz a linha Hyde-Powell. Carona porque não conseguimos descobrir como se pagava o bonde e, então, fomos ficando, hehehe. Saltamos em Chinatown e ninguém perguntou nada ou cobrou nada... calote no bonde!!

Chinatown (toda cidade aqui tem chinatown, né?) é bem simpático e bem diferente do bairro em NY. Tem os mercadinho típicos chineses, vendendo peixe seco e outras coisas que só os chinas gostam. As ruas são bilingues e tem umas pessoinhas que ficam ajudando no trânsito com plaquinha de "pare" e "siga" nos cruzamentos. Demos uma volta por lá e voltamos pra casa, para nos prepararmos para o grande show da noite: PEARL JAM NO OUTSIDELANDS FESTIVAL!!
Nos encontramos com a Barbara e Lucas e fizemos um esquenta, com algumas cervas e som só tocando Pearl Jam.

As primeiras impressões ao chegar no Golden Gate Park foram as melhores. Muito bem organizado, um clima muito bom e a expectativa não poderia ser melhor.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Pedala!!!

Hoje fomos fazer um pouco de exercício... pedalar até Sausalito, atravessando a Golden Gate!

Alugamos as bicicletas no pier e partimos para a "aventura". o trajeto é lindo, pois passa pelo bairro Presidio, que tem um parque à beira da costa. É muito visual!








Aninha descendo a ladeira num parque perto de Fort Mason





Após a ladeira e um pouco mais a frente na Marina.

Subir para a ponte é meio perrengue. Tem umas subidas que, por mais que a bike fosse boa, não tínhamos pernas... beleza, EU não tinha pernas. O Xande tirou de letra todas as ladeiras!Demoramos 2 horas pra chegar do outro lado da ponte, pois eram tantas paisagens que nós parávamos toda hora para tirar fotos e filmar.










Passar pela golden gate é uma experiência única. De bike então, nem se fala! E ainda demos muita sorte, pois o dia tava maravilhoso, com uma visibilidade incrível (normalmente a ponte fica "escondida" numa neblina constante).





Do outro lado da ponte - e da baía - fica Sausalito, uma cidadezinha linda, com umas casinhas de filme e muitos restaurantes. Almoçamos num café italiano com vista pra San Fran. Almoção para repor as energias gastas com a pedalada!


Aninha em Salsalito. A cidadezinha é muito maneira.




Almoço num restaurante em Salsalito de frente pra baía e com uma vista sensacional pra San Francisco.




De lá resolvemos ir até Tiburón para pegar o Ferry de volta por lá. A gente só não se tocou do quão longe ficava Tiburón! demos o maior gás, mas no meio do caminho, quando percebemos que não iríamos chegar a tempo de pegar o ferry, resolvemos então diminuir o ritmo e aproveitar a paisagem, que é deslumbrante. A gente passou por uns arbustos carregados de framboesa que davam água na boca! O caminho chegava a cheirar a geléia, rsrsrs. E Tiburón é bem simpática. Perto do cais de onde sai o ferry é só uma ruazinha com lojinhas e restaurantes. Mas pelo caminho a gente vê umas mansões sensacionais. Vale o passeio. Enquanto esperávamos o último ferry atracar, fomos brindados com um por do sol incrível e um visual mais incrível ainda de SF.







Nossa chegada em Tiburón. Pedalada dura, mas a paisagem compensava o cansaço.





No pier em Tiburón com o barco que nos levou de volta a SF.


À noite fomos com a Barbara buscar o Lucas no aeroporto e de lá fomos jantar no Beretta (http://www.berettasf.com/), um restaurante bem legal na Valencia St.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

De volta a SF

Acordamos super cedo em Gilroy (ou garlic? porque o cheiro de alho pela cidade é bizarro, mas eles têm o maior orgulho disso!!) e já pegamos a estrada para San Francisco. Fomos direto pra casa da Barbara para deixar as coisas mas, a chave não funcionou, hahaha! Não tem problema! Fomos então para Mountain View, onde tínhamos combinado com a Bárbara de almoçar... no Google!! é, caros leitores, fomos visitar as instalações do Google! Tambem combinamos de encontrar a Bel, minha amiga da Pós que trabalhava lá também, mais o Edu, marido dela (ele ainda trabalha no google). Foi muito legal revê-la depois de tantos anos!

Voltando ao google... Os prédios são sensacinais, todos baixinhos e com jardins e coisas para fazer. No prédio principal, onde nós almoçamos, tinha simplesmente uma quadra de vôlei de praia para os funcionários "descontrairem" de vez em quando. Imagina a cara do xande quando viu a quadra, né? ficou babando... ah se tivesse uma daquelas na peroba...



Aninha e Barbara no Google. Não tem nada parecido no Brasil...











O restaurante principal parece aquela parte dos países no Epcot Center! Tem comida do mundo todo! mandamos desde comida indiana até cheeseburger grelhado na hora, que aliás foi eleito o melhor da viagem! E o melhor... é tudo 0800 para os funcionários e convidados.


Vimos também o Sr. Orkut! Ele parece ser super simpático, mas não conseguimos falar com ele, pois ele parecia estar super na pressa. é... momento "caras" na viagem!
Saímos do google e aproveitamos que estávamos ainda com o carro, fomos para um OUTLET. Fiz a festa... como é bom fazer compras aqui nos states... tudo muito barato.

Saímos do outlet e fomos conhecer a casa da Bel em Sunnyvale, que é pertinho de onde a gente tava. A casa é linda! Igualzinho às fotos que ela mandava da obra, rsrsrs. Jantamos juntos e ficamos botando o papo em dia.



De lá, pegamos a Barbara no google e fomos pra casa descansar.


Fizemos a maior zona na sala da casa da Barbara e do Lucas.
Amanhã começa o turismo em San Fran!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Zoo em San Diego

Pegamos um hotelzinho tranquilo bem no centro de San Diego. Apesar de estar bem localizado não conseguimos se quer fazer um city tour. Fomos direto pro zoológico, pois o dia também seria de horas e horas de estrada rumo norte.

O zoológico surpreendeu pelo tamanho e pela diversidade dos animais que estão expostos lá, mas como a expectativa era grande e o zoológico não passa de um zoológico, ficamos um pouco frustrados. Achamos que iríamos interagir um pouco mais... não sei como, mas achamos que iríamos. O fato também de estar um calor infernal lá fez com que todos os animais, exceto os humanos, procurassem uma sombra pra se refrescar. Além disso, muitos animais de hábitos noturnos estavam no auge do seu sono.




Alguns pontos interessantes – os suricatos: um bando de ratinhos metidos a macacos. Vivem em bando e quando estivemos lá, eles escolheram um suricato-expiatório e baixaram a porrada nele.


Na jaula do elefante – tinha um macho dominante por lá que tava no osso. Os funcionários (acho que estavam um pouco entediados com a falta de ação) colocaram uma fêmea perto. Sei que esses bichos não têm expressão facial, mas te juro que eu vi uma cara de desespero na pobre fêmea quando as delicadas patas de elefante do macho dominante atingiram a corcunda da bicha. Ouvimos um som esquisito (uma dúvida: o cachorro late, o gato mia, a vaca muge. O elefante faz o quê?) e a correria começou. A tromba do macho tava nas alturas (não me perguntem qual). Os putos (só dizendo assim) dos funcionários só separaram os animais quando já tinha uma grande aglomeração de pessoas. Mó sacanagem!!!!


A pobre elefante recebendo algumas passas após ser quase estuprada pelo macho dominante.


Os leões de San Diego peidam mal. A placa pede pra gente se afastar um pouco.

Seguindo a nossa caminhada, passamos pela área dos macacos e senti falta do nosso querido quase eleito prefeito Macaco-Tião. Não rolou nenhuma macacada... muita frustração!!! Nenhum arremesso de cocô, roubo de comida, porrada ou nem mesmo uma catadinha de piolho... nada. A sensação foi que ou tavam dando algum calmante na ração ou eles foram educados na Socila. Cheguei a fazer caretas, fiquei pulando, bati palmas e nada. Acabamos indo embora porque se continuasse lá, acabaria junto com eles na jaula.




Acho que esse aí tá meio deprimido.


Na área dos ursos polares rolou uma inveja. Eles têm um espaço enorme, uma piscina climatizada a uns 15º C e a comida meio que cai do céu. Eu tava com fome, com sede e com um baita calor...quis muito trocar de lugar com eles.







Bicho todo arreganhado na maior vida boa.





O melão literalmente cai do céu lá. E esse melão é bonzão e custa caro pra cacete no hortifruti.



A grande sensação do zoológico são dois ursos pandas. Fomos lá checar, mas esses bichos dormem muito. Só a Aninha mesmo, com sua super biônica lente conseguiu captar alguma coisa.




Chapadowski





Clicado pela lente da bióloga bem na hora que ele resolveu abrir o olho


Saímos de lá por volta das 14 horas e pegamos a estrada. Tínhamos muito chão pra percorrer. Dirigimos umas 9 horas, até chegarmos em Gilroy, a capital americana do alho. Essa cidade, que fica a duas horas de SF, não tem essa fama à toa. Tudo lá cheira a alho.
Pegamos um hotel bom e ganhamos um belo upgrade no quarto porque o recepcionista do hotel, um indiano, viu a Aninha e achou que ela fosse compatriota. Ainda mais com esse sobrenome de artista de Bolywood, o cara ficou encantado. Foi uma bela noite de sono, até porque estávamos pregados.



segunda-feira, 31 de agosto de 2009

De L.A. via Huntington até San Diego

Acordamos as 8 na segunda, horário de sempre, parece cedo pra quem está de férias, mas mesmo assim o dia passa rapidinho. Fizemos algumas compras de última hora e fomos para Huntington Beach, a capital americana do surfe – quase não tava amarradão de chegar lá, ainda mais sabendo que o swell que entrou na sexta continuava firme.
A cidade, não podia ser diferente, respira surfe. Restaurantes temáticos, lojas e mais lojas de acessórios e moda surfe, calçada da fama dos surfistas, pranchas e mais pranchas para vender e alugar.


Perto do píer era onde estava rolando as melhores ondas e logicamente onde tava o bom e velho crowd. Aluguei um pranchão 9’0” bem leve e com aparência de novo. Caí no lado direito do píer e um pouco depois do crowd.
Tava rolando onda em toda extensão, então foi fácil achar um lugar com pouca gente. O mar tinha reagido um pouco e as séries estavam com mais de 1,5m, porém a maioria fechava. Tava rolando também um vento chato formando uma corrente forte e mexendo o mar. Apesar desses contratempos, gostei muito de ter surfado lá. Fora o fato de estar surfando em Huntington, o dia tava lindo, a prancha que eu aluguei era irada, tinha bastante espaço no mar e as ondas estavam cheias, bem ao estilo long board.



Rolaram mais esquerdas por causa da direção do vento. No início ainda tentei brigar com a corrente para me manter num ponto que eu considereva ótimo, mas não tive muito braço e acabei me deixando levar. Por causa disso a Aninha não conseguir tirar muitas fotos.


Fiz duas sessões. Uma de 1 hora e outra de 45 minutos. Em ambas consegui me dar bem, senti que fiz bem o meu papel e ao final estava com aquela boa sensação de leveza que só o surfe pode proporcionar.
Depois da praia, devolvi a prancha, fomos mais uma vez no Sharkeez pra mandar ver no mexicano e depois compras!!!! Fomos na Jack’s, um monstro de loja de surfe, muito bem recomendada pelo especialista no assunto Ilan. Ótimos preços nos acessórios, principalmente nas roupas de neoprene. Fiz a mala!!!! A loja é alucinante. Dá vontade de comprar tudo!!!!








Demos um rolé pelo píer, pois o final de tarde tava lindo. O vento aumentou e agora tinha muito kite na água e alguns surfistas fissurados perto do píer. As fotos abaixo dizem tudo...






Quando já tava anoitecendo pegamos o carro e dirigimos até San Diego, onde mais um grande dia nos esperava.

domingo, 30 de agosto de 2009

Domingão na praia...Manhattan Beach e os Malucos de Venice

Acordamos com calma e tomamos um café da manhã de rei. Yan e Summer, vocês estão sendo demais! Yan the barman fez MIMOSAS pra gente. Pra quem não sabe (nós não sabíamos!) é um drink de suco de laranja com champagne – isso mesmo, champagne. Às 10 da manhã. Delicioso!
Partimos então para a praiana. Maior calor... isso sim é verão!! O sol aqui QUEIMA. Impressionante.


Nova sensação do verão: Yan e as Mimosas



Grande café da manhã no Yan & Summer's 5 star Inn


Xande e Yan ficaram surfando, mas não deu pra tirar muitas fotos hoje porque eles tiveram que surfar longe de onde a gente tava com a barraca. Isso porque aqui é tudo muito organizado, e os salva-vidas setorizam a praia em áreas para o banho e para o surfe. Infelizmente escolhemos um ponto que virou área de banho. Mas ficou o registro do surfe. Ah, um detalhe importante, hoje dei meu primeiro mergulho no pacífico! Um feito histórico, hehe... até então só tinha colocado meus pezinho nessas águas geladas.





Manhattan Beach - praia irada!!!!




Belo dia de surfe! O mar tava um pouco mexido, mas
mesmo assim a brincadeira foi ótima.



Esquerdinhas...

e um momento muito esperado:
o primeiro mergulho da Aninha no Pacífico.


Passamos o dia todo na praia, e quando já estávamos quase indo embora, o Alan apareceu, com sua pontualidade de sempre, com a namorada (a Melissa) e um amigo (o Steven). Foi muito legal encontrar com ele aqui!


Fomos todos almoçar no Sharkeez (http://www.sharkeez.net/), um mexicano DELICIOSO perto da praia. Mandamos mais tacos, burritos e Coronas junto com a galera.

No fim da tarde, Yan e Summer nos levaram até Venice. Passeamos pela orla, onde não conseguimos eleger o mais maluco do pedaço, de tantos que vimos! Hilário. Venice é uma praia de LA onde os artistas e aquela galera mais alternativa moram. Nos fins de semana rola tipo um Santa Teresa de portas abertas, e esses artistas vendem as suas obras. Aqui também é onde se pode comprar maconha com prescrição médica. Mas o calçadão é o que há de mais divertido. SÓ TEM MALUCO. E, numa certa parte da praia, todo finde rola uma batucada. Mas é mais barulho do que batuque. A galera aqui não tem muito ritmo não. Talvez por isso mais pessoas se sintam à vontade de tocar também. Afinal, lá é só chegar com o seu instrumento de batuque (serve até balde e caixa de fósforo) e começar a bater tambor. E para agregar mais risos, ficam vários malucos dançando, como se estivessem numa rave acústica. Hilário.


Calçadão em Venice Beach.




Freak show em Venice. Alí não rola desconto pra esquisito.



show de batucada: muito barulho e pouca sincronia




O grande encontro em Venice Beach: eu, Yan e Renato Elman



Belo final de tarde!!!!

Voltamos pra casa à noite, pois era hora de arrumar as malas e partir de LA. A estada na casa do Yan e da Summer foi demais. Muito obrigado, galera!