Depois de quase 24 horas viajando, a imagem da Bárbara entrando pela porta do aeroporto foi bastante reconfortante e o sinal de que tudo começou com um belo pé direito. Lucas também tava lá, que grande figura!!! Impressionante como fomos bem recebidos – muita mordô!!!
Já no caminho até Noe Valley, na 24th street, a paisagem é bem diferente do que um brasileiro está acostumado. São muitos detalhes novos – a arquitetura das casas, só gringo andando na rua, uma porrada de ladeiras, carros fodas em ruas impecavelmente limpas e a ausência, à primeira vista, de miséria e pobreza – cartão de visita do país mais rico do mundo.
Depois de nos instalarmos fomos de bonde para o Ferry Building, na parte leste da cidade, em frente à baía, com uma vista sensacional para a Treasure Island e Oakland (a Niterói de SF), mais a leste. A temperatura da água (15ºC!) e o vento constante davam uma sensação térmica bem mais fria do que marcava o termômetro. O Bruno, ou Boi como é mundialmente conhecido, encontrou com a gente lá. Muito legal rever bons amigos que há muito tempo não encontrávamos! De lá fizemos uma caminhada até o Fisherman’s Wharf – um píer cheio de turistas com coisas pra turistas – restaurantes, lojas de souvenir e badulaques.
Sentamos pra tomar uma cerveja no Wipeout, um restaurante temático de surf. Fomos atendidos por um aprendiz de “ator” – o garçom todo simpático, cheio de intimidade, forçando uma barra para ser gentil e passando do ponto entre ser gente boa e o cara falso. Nossas impressões foram aos poucos se tornando uma verdade quando ele percebeu que nós ficaríamos somente nas cervejinhas e nos aperitivos (que por sinal estavam demais de bons!), pois o fato da conta não ser alta por não pedirmos pratos principais, fez com que ele tirasse o largo sorriso de outrora para uma carranca aliada à má vontade em aceitar dividir o pagamento da conta entre dois cartões e parte em dinheiro... muito mané!
Continuando nossa caminhada, paramos em frente à famosa marina com leões marinhos fazendo fotossíntese em píeres flutuantes. É quase terapêutico ficar assistindo esses bichos tomando banho de sol e “bringando” entre eles para ver quem é o dono do píer – uma espécie de sumô sem aquelas cintas enfiadas no rabo...
Voltamos ao Ferry Building – o dia tava ótimo... O vento gelado misturado ao sol a pino dava uma sensação ótima, que só temos no Rio quando o verão tá acabando e o outono começando. De lá pegamos um taxi e fomos para o Dolores Park. Tava um final de tarde muito bom e lá tivemos a impressão de estarmos no posto 9 em Ipanema. Só faltava o mar e o queijo coalho. Em compensação tinha um carinha figura vendendo tortinhas para os lariquentos do parque... Tomamos umas cervejas até o sol se por e o frio chegar nos ossos (parêntesis da aninha: o frio tava bizarro!). Nessa altura a Dylan, esposa do Boi, já tinha se juntado a nós e fomos nós 6 à casa do Lucas e da Barbara para a saideira. E bela saideira!!!! Veja a foto do que representou a nossa saideira...
Um grande dia e um belo começo de viagem!
Já no caminho até Noe Valley, na 24th street, a paisagem é bem diferente do que um brasileiro está acostumado. São muitos detalhes novos – a arquitetura das casas, só gringo andando na rua, uma porrada de ladeiras, carros fodas em ruas impecavelmente limpas e a ausência, à primeira vista, de miséria e pobreza – cartão de visita do país mais rico do mundo.
Depois de nos instalarmos fomos de bonde para o Ferry Building, na parte leste da cidade, em frente à baía, com uma vista sensacional para a Treasure Island e Oakland (a Niterói de SF), mais a leste. A temperatura da água (15ºC!) e o vento constante davam uma sensação térmica bem mais fria do que marcava o termômetro. O Bruno, ou Boi como é mundialmente conhecido, encontrou com a gente lá. Muito legal rever bons amigos que há muito tempo não encontrávamos! De lá fizemos uma caminhada até o Fisherman’s Wharf – um píer cheio de turistas com coisas pra turistas – restaurantes, lojas de souvenir e badulaques.
Sentamos pra tomar uma cerveja no Wipeout, um restaurante temático de surf. Fomos atendidos por um aprendiz de “ator” – o garçom todo simpático, cheio de intimidade, forçando uma barra para ser gentil e passando do ponto entre ser gente boa e o cara falso. Nossas impressões foram aos poucos se tornando uma verdade quando ele percebeu que nós ficaríamos somente nas cervejinhas e nos aperitivos (que por sinal estavam demais de bons!), pois o fato da conta não ser alta por não pedirmos pratos principais, fez com que ele tirasse o largo sorriso de outrora para uma carranca aliada à má vontade em aceitar dividir o pagamento da conta entre dois cartões e parte em dinheiro... muito mané!
Continuando nossa caminhada, paramos em frente à famosa marina com leões marinhos fazendo fotossíntese em píeres flutuantes. É quase terapêutico ficar assistindo esses bichos tomando banho de sol e “bringando” entre eles para ver quem é o dono do píer – uma espécie de sumô sem aquelas cintas enfiadas no rabo...
Voltamos ao Ferry Building – o dia tava ótimo... O vento gelado misturado ao sol a pino dava uma sensação ótima, que só temos no Rio quando o verão tá acabando e o outono começando. De lá pegamos um taxi e fomos para o Dolores Park. Tava um final de tarde muito bom e lá tivemos a impressão de estarmos no posto 9 em Ipanema. Só faltava o mar e o queijo coalho. Em compensação tinha um carinha figura vendendo tortinhas para os lariquentos do parque... Tomamos umas cervejas até o sol se por e o frio chegar nos ossos (parêntesis da aninha: o frio tava bizarro!). Nessa altura a Dylan, esposa do Boi, já tinha se juntado a nós e fomos nós 6 à casa do Lucas e da Barbara para a saideira. E bela saideira!!!! Veja a foto do que representou a nossa saideira...
Um grande dia e um belo começo de viagem!
Boa!!!!! Curtindo a Viagem Adoidado! Save Ferrys Building!!Mandem ver!!
ResponderExcluirleões marinhos!
Leôncio Goldbach
Leôncio onde esta vc?
ResponderExcluirAbraços!